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A importância em expandir a prevenção e os cuidados com a demência

Atualizado: 20 de out. de 2021

De acordo com recente estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade de Boston (BUSPH), a demência como causa de morte é significativamente subnotificada nas certidões de óbitos, desviando a atenção sobre o tema.


A falta de exames de rotina na atenção primária e o estigma associado a doença, são os fatores principais que impedem definir a correta porcentagem de mortes atribuíveis a demência.



O estudo lista várias razões pelas quais os profissionais de saúde não observam a demência como causa de morte:

  • Indivíduos com demência podem ter comorbidades que mascaram a situação neurológica como causa primária;

  • O comprometimento cognitivo pode dificultar para alguém relatar os sintomas que resultariam em um diagnóstico de demência;

  • O estigma associado a demência pode interferir em seu diagnóstico;

  • O médico responsável por determinar a causa da morte, pode não estar ciente da demência de uma pessoa.

O estudo observa que, em 2019, cerca de 5,6 milhões de adultos com mais de 65 anos nos Estados Unidos viviam com Doença de Alzheimer e demências relacionadas.


Pesquisadores estimam que, se todas as formas de demência fossem somadas e corretamente notificadas, seria a terceira principal causa de mortalidade.


Fonte: Stokes AC, Weiss J, Lundberg DJ, et al. Estimativas da Associação de Demência com os Níveis de Mortalidade dos Estados Unidos usando o Linked Survey and Mortality Records. JAMA Neurol. 2020; 77 (12): 1543–1550. doi: 10.1001 / jamaneurol.2020.2831


Artigo original:

https://jamanetwork.com/journals/jamaneurology/fullarticle/2769863

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